Congresso – Segundo Dia

17/06/2022 (Sexta-Feira)

Nesse dia teremos inúmeras atividades que você poderá participar. São as chamadas OFICINAS.

As OFICINAS serão liberadas para escolha na sua página de inscrição do congresso a partir da confirmação do pagamento. 

Em função da pandemia e para segurança de todos, o congresso desse ano foi reduzido em suas vagas gerais e em cada oficina.
Vivencias = 25 vagas.
Seminário, Laboratório, Comunicação = 30 vagas

Quando uma oficina estiver com VAGAS ESGOTADAS, você encontrará na programação abaixo essa mensagem e na ficha de inscrição não estará disponível a opção para marcar a atividade na ficha de inscrição de escolha das oficinas, no sistema. No entanto, no dia do evento, você poderá ir até a porta da atividade lotada que deseja participar e pedir ao monitor que coloque seu nome em lista de espera. Após todos os participantes entrarem na sala, caso sobre lugares, o monitor chamará conforme a lista de espera.

Folder resumido da programação
Clique para baixar

Oficinas 
Veja AQUI o modelo de como as oficinas irão aparecer na sua página quando efetuar sua inscrição (após a confirmação do pagamento)

Como Escolher as Oficinas
Veja AQUI como fazer a escolha de suas oficinas quando entrar na sua página de inscrição do congresso.

GRUPO 1 a 5

Para cada Grupo, escolha uma oficina do Programa A e uma do Programa B, ou uma oficina do Programa C. Veja isso no quadro:


Anote os números das oficinas escolhidas em um papel para inserir na ficha do sistema do congresso quando efetuar sua inscrição.

Quando a oficina for Comunicação Oral, são dois temas na mesma sala, e você está automaticamente inscrito para participar de ambos.

Quando a atividade estiver lotada, haverá uma observação na mesma.

Grupo 1 (08:00-09:45)

Grupo 1 - Programa A (08:00-08:45)

1.1) Voz: nossa identidade sonora. Gislaine Costa Belo de Souza Gomes/PR

O que nossa voz conta sobre nós? Já parou para se escutar? O presente trabalho tem como objetivo instigar e explorar o autoconhecimento através da escuta. A voz é como nossa identidade sonora, sendo que cada pessoa tem a sua e não há uma igual a outra. Ela nos revela quem somos, nossa personalidade e nossos traços de caráter. À medida que vamos nos conhecendo e crescendo em nosso desenvolvimento emocional, vamos permitindo que nossa voz ecoe equilibrada e rica em nuances vibracionais.

Gislaine C. Belo de Souza Gomes / Curitiba / PR / Brasil
Musicoterapeuta (CPMT-207/07) Psicopedagoga formada pela PUC/PR. Especialista em Psicologia Corporal, com residência em Análise Reichiana, pelo Centro Reichiano, Curitiba/PR. Membro da Diretoria dos Encontros e Congressos Brasileiro de Psicoterapias Corporais.

1.2) Oratória: como tornar seu corpo o seu aliado ao falar em público. Loriane Heide/SC

Engana-se quem pensa que a Oratória é algo necessário somente para ministrar palestras e dar aulas. A oratória, ou seja, a comunicação assertiva, clara, dinâmica, com emoção, e que causa vínculo, está presente em todas as nossas relações humanas. Tem-se também a ilusão de que Oratória é um dom, algo que é inato do indivíduo; mas, na verdade, ela é uma habilidade que pode ser desenvolvida. Contudo, muitas vezes, emoções como o medo, a vergonha, a insegurança impedem os indivíduos de usarem e desenvolverem essa habilidade. Essas emoções se manifestam no corpo, como por exemplo, os tremores, taquicardia, sudorese, dificuldades com a voz, entre outros. Essa atividade apresentará as principais emoções que podem estar relacionadas à dificuldade de usar e desenvolver a Oratória, suas manifestações corporais e como lidar com elas.

Loriane Heide / Mafra / SC / Brasil
Psicóloga (CRP/12/14589) formada pela Universidade do Contestado-Campus Mafra. Especialista em Psicologia Corporal, na categoria clínica, pelo Centro Reichiano, Curitiba/PR. Campeã Nacional de Oratória Sul-Brasil e Vice-Campeã Nacional de Oratória pelo Rotaract em 2019. Psicóloga Clínica, Palestrante Internacional e Professora de Oratória.

2.1) O reencontro entre o indivíduo e seu corpo através da reflexologia podal e práticas da Bioenergética. Simone Aparecida da Cruz Ferreira das Chagas/SC

A Reflexologia Podal, apesar de ser uma terapia bastante antiga, ainda é pouco conhecida. Tem como base a Medicina Tradicional Chinesa e utiliza os pontos reflexos concentrados e definidos nos pés, através de pressões em pontos específicos trabalha-se a energia vital, buscando assim equilibrar todo o organismo, proporcionando ao indivíduo os mais diversos benefícios: restabelecer a homeostase, relaxando tensões, melhorando a circulação sanguínea, oxigenação e o funcionamento do sistema nervoso. A Bioenergética é uma prática terapêutica que tem como fundamento a ação das emoções sobre o físico e a energia vital, a qual foi desenvolvida por Alexander Lowen, um dos alunos de Wilhelm Reich. A Bioenergética analisa e trata o efeito nocivo da repressão emocional que desencadeia tensões na musculatura do corpo, tensões essas que impedem de acessarmos emoções essenciais e vitais como: amor, vontade, criatividade, serenidade, paz, alegria, coragem, prazer, entre outras. A conexão entre a Reflexologia Podal e a prática da Bioenergética tem várias vantagens, dentre elas: permitir ao indivíduo a consciência e percepção de onde estão as tensões e os bloqueios de energias em seu corpo, e como influenciam nas sensações e emoções sentidas, bem como perceber que emoções e sentimentos influenciam nas tensões e bloqueios de energias no corpo.

Simone Aparecida da Cruz Ferreira das Chagas / Rio Negrinho / SC / Brasil
Tecnologia em Gestão de Negócios formada pela UnC-Mafra/Rio Negrinho-SC. Massoterapeuta com ênfase em Auriculoterapia, Aromaterapia e Reflexologia Podal formada pelo NES-Blumenau-SC. Especialista em Psicologia Corporal, com habilitação em Terapia Corporal, pelo Centro Reichiano, Curitiba/PR. Atividades Profissionais: atendimento terapêutico com crianças, adolescentes, adultos, idosos e cuidadores de idosos, trabalho terapêutico em grupos.

2.2) A Psicologia Corporal como auxiliar no processo da busca feminina pela liberdade de ser, sentir e se expressar. Nathalie Pailo Perozin/PR

Como mulher e como terapeuta corporal, trago nesta apresentação uma visão de como a Psicologia Corporal pode auxiliar as mulheres na conexão com sua potência feminina e no processo de busca por mais liberdade de ser, sentir e se expressar. Com base em experiências pessoais e profissionais, percebo a profundidade das marcas que ficam gravadas em nosso corpo, emoções e comportamento, advindas de bloqueios e repressões vividas, e vejo na Psicologia Corporal um caminho para transformação dessas marcas e reconexão com nossa essência. Será abordada uma conceituação básica da Psicologia Corporal, relacionando esta com aspectos do universo feminino e sugerindo aplicações práticas que podem auxiliar as mulheres nessa busca.

Nathalie Pailo Perozin / Curitiba / PR / Brasil
Especialista em Psicologia Corporal, com habilitação em Terapia Corporal, pelo Centro Reichiano, Curitiba/PR. Atua também com Florais de Bach (IBRATE e Bach International Education Programme), Florais de Saint Germain (Florais de Saint Germain) e Cromoterapia (IBRATE).

3.1) Robôs sexuais: já começou a era da inteligência artificial no sexo. Marcello Araújo/PR

Em todos os lugares aumenta a participação, voluntária ou não, da Tecnologia no nosso cotidiano. Cada vez mais, os estímulos causados pelo desenvolvimento tecnológico influenciam a nossa vida emocional, com mais ruídos, ansiedade e etc., e com cada vez menos serenidade, especialmente no aspecto sensorial. Estamos vivendo uma “explosão tecnológica” quando comparamos os anos recentes com as décadas anteriores a eles. A simplicidade e a serenidade no dia-a-dia está cada vez mais rara, sendo trocada por mais estresse e padrões tecnológicos, que cada vez mais, influenciam as nossas vidas. Em algum momento, a tecnologia iria invadir o comportamento sexual. Fala-se muito em educação sexual e que a maioria das pessoas iniciam a vida sexual com menos (ou bem menos) preparo que o necessário para uma vida saudável. O desenvolvimento tecnológico, somado à inteligência artificial, há tempos, vêm inserindo no mercado mais uma variável na vida sexual, cuja participação não para de aumentar e que precisa ser estudada com critério e respeito: os robôs sexuais. O que se sabe até o momento é que os robôs sexuais estão aumentando de número e a sua fabricação está os tornando cada vez mais parecidos com os seres humanos, o que pode aumentar sua utilização e/ou consolidar a participação deles num futuro muito próximo, uma vez que já fazem parte do presente.

Marcello Araujo / Curitiba / PR / Brasil
Psicólogo (CRP-08/12948). Bacharel em Psicologia pela Universidade São Marcos (São Paulo, 2004). Psicólogo pela Universidade Santa Úrsula (Rio de Janeiro, 2006). Especialista Lato-Sensu em Psicologia do Trabalho (UFPR, 2011). Especialista em Psicologia Corporal, na categoria clínica, pelo Centro Reichiano, Curitiba/PR (2019).

3.2) A influência das redes sociais na vigorexia masculina: perspectiva da Psicologia Corporal. Bruna Letícia Zarpelon/PR

O desejo de um corpo perfeito e musculoso, que possa ser aclamado pela mídia e redes sociais, atualmente se torna uma obsessão que assola boa parte da população brasileira e mundial. Através dos aplicativos das redes sociais existem reproduções diárias de padrões corporais de beleza a serem seguidos, os quais influenciam diretamente a maneira como as pessoas concretizam suas percepções corporais, com vistas a atingir tais metas e padrões, desenvolvendo por vezes, transtornos psicológicos e alimentares, ou distorções corporais. Desta forma, o presente trabalho busca contemplar essa questão visando compreender as desconexões corporais que se desencadeiam a partir da influência das redes sociais na vida de pessoas do sexo masculino, possibilitando o desenvolvimento de transtornos psicológicos e alimentares sob o viés da Psicologia Corporal, baseado na premissa das couraças corporais.

Bruna Letícia Zarpelon / Irati / PR / Brasil
Psicóloga (CRP-08/25882), Formada pela Universidade Estadual do Centro-Oeste – UNICENTRO. Especialista em Psicologia Corporal, com habilitação em Psicoterapia Corporal, pelo Centro Reichiano,  Curitiba/PR.

Grupo 1 - Programa B (09:00-09:45)

4.1) A influência da oralidade na produtividade e criação de riqueza. Camila Lass Botelho/PR

Os hábitos de conduta do brasileiro aproximam-nos de uma classificação caracterológica oral. Por este motivo, buscou-se compreender como a oralidade pode influenciar negativamente na produtividade e planejamento financeiro, visando auxiliar pacientes e terapeutas a identificar gargalos pessoais na captação de recursos para realização de objetivos pessoais que tragam bem-estar e/ou contentamento.

Camila Lass Botelho / Curitiba / PR / Brasil
Bacharel em Comunicação Social e Design Gráfico (Universidade Positivo/PR), cursando fisioterapia (Universidade Positivo/PR) e Kundalini Yoga (Instituto Nanak). Especialista em Psicologia Corporal, com habilitação em Terapia Corporal, pelo Centro Reichiano, Curitiba/PR.

4.2) A dança como expressão do si-mesmo, sob a visão da Psicologia Corporal. Cândida Luciano/PR

Dança é uma forma de expressão de sentimentos, sensações, conteúdos reprimidos ou não elaborados. Através dela podemos acessar tudo isso, trazendo mais consciência de nós mesmos, liberando couraças e deixando fluir a energia de forma mais saudável. O presente trabalho fala de como o improviso na dança contemporânea, através de seus movimentos espontâneos e livres, pode nos fazer entrar em contato com o nosso verdadeiro self. Possibilita à pessoa que lhe experimenta um contato íntimo consigo mesma, através de movimentos corporais que estão conectados com suas emoções.

Cândida Luciano / Curitiba / PR / Brasil
Psicóloga (CRP-08/15070) graduada pela PUC-PR, atuante na área clínica desde 2010. Trabalhou no hospital Psiquiátrico Clínica Dr. Hélio Rotenberg de 2010 à 2019. Supervisionou o estágio de Psicologia na Clínica Dr. Hélio Rotenberg de 2013 à 2019. Especialista em Psicologia Corporal, com habilitação em Psicoterapia Corporal, pelo Centro Reichiano, Curitiba/PR.

5.1) Psicoeducação do sono: recursos da Psicologia Corporal. Desirre Bolinelli Goulart Kalinke/PR

Tão importante para regular nossa disposição, humor, apetite, e várias outras funções vitais, dormir tem parecido uma tarefa complicada para muitas pessoas. Problemas relacionados ao sono, de noites agitadas e mal dormidas à insônia, têm sido bastante frequentes. Muitos optam por medicamentos indutores do sono para conseguir repousar, sem que trabalhem com alternativas para tratar as possíveis causas que os mantêm em constante vigilância. Durante o sono, não estamos conscientes; podemos sonhar, nos mover, acordar brevemente – mas na maior parte desse período, a experiência sensorial com o mundo externo não irá nos impactar, e estamos em relação apenas com as coisas que estão acontecendo no nosso corpo. O presente trabalho aborda recursos da Psicologia Corporal que contribuem para a psicoeducação do sono, entendendo-a como uma das formas de atender à demanda de pacientes que têm entre suas queixas problemas com o sono.

Desirre Bolinelli Goulart Kalinke / Curitiba / PR / Brasil
Graduanda do curso de Psicologia da Universidade Federal do Paraná (UFPR). Especialista em Psicologia Corporal, com habilitação em Psicoterapia Corporal, pelo Centro Reichiano, Curitiba/PR.

5.2) Corpo consciência. Wilson Mendes Gomes/PR

Cada vez mais temos acesso a informações e a novas tecnologias, mas ao mesmo tempo, cada vez mais estamos nos distanciando do nosso ser; o dito SER HUMANO está cada vez mais longe de ser um SER evoluído, que difere dos demais seres, por possuir inteligência e razão. A quantidade de informações que recebíamos até o ano 1900, dobrava a cada 100 anos e, atualmente, duplica a cada 13 meses. Logo, será a cada 12 horas, e mesmo assim cada vez mais as pessoas estão adoecendo, o mundo está adoecendo. É preciso que busquemos voltar e resgatar uma consciência corporal, buscar nossa natureza, buscar aquilo que perdemos, ou que deixamos de lado por pensar que não precisamos mais, pois temos as respostas para os problemas. Essa busca pela nossa natureza, não somente pela consciência ou razão, mas por algo muito maior. Nós precisamos SENTIR e como dizia Reich: “O homem moderno é estranho à sua própria natureza”.

Wilson Mendes Gomes / Curitiba / PR / Brasil
Psicólogo (CRP-08/08441) pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná, Perito e especialista em trânsito do DETRAN/PR. Especialista em Psicologia Corporal, com residência em Análise Reichiana, pelo Centro Reichiano, Curitiba/PR. Membro da diretoria dos congressos de psicoterapias corporais.

6.1) Estrutura de caráter e suas couraças: enfrentamentos vivenciados por mulheres gestantes que vivem com HIV/AIDS sob a ótica da Psicologia Corporal. Cláudia Regina Ribeiro Castilhos/PR

Marcos históricos como a ampliação do diagnóstico e melhorias ao acesso à medicação para o HIV/AIDS colaboraram para mudanças significativas relacionadas ao prognóstico da infecção pelo vírus da imunodeficiência humana. E mesmo após 40 anos da descoberta dos primeiros casos as questões subjetivas ligadas ao preconceito e suas diferentes nuances como violência de gênero são fatos que ainda se potencializam com a descoberta do HIV/AIDS. Descobrir-se soropositivo é impactante independentemente da pessoa ser homem ou mulher. No entanto, quando o curso da infecção acomete as mulheres a “peste emocional”, tão bem relatada por Reich, é espelhada na sociedade patriarcal, que lança atributos depreciativos para essas mulheres congelando e silenciando a sua potência para a vida.

Cláudia Castilhos / Ponta Grossa / PR / Brasil
Enfermeira (COREN-238.860), graduada pela Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG). Especialista em Psicologia Corporal, com habilitação em Terapia Corporal, pelo Centro Reichiano, Curitiba/PR.

6.2) O fascismo na visão de Wilhelm Reich e suas relações com a história e a sociologia brasileira. Diogo Johannes Follador de Souza/PR

Wilhelm Reich, em sua vasta bibliografia, além de escrever e pensar sobre o indivíduo também nos apresenta estudos sociológicos de suma importância. Dentre esses ele escreve sobre os motivos que levaram os alemães, por vias democráticas, a concederem a Adolf Hitler o cargo de maior poder da Alemanha e como o fascismo se aproveita dos aspectos inconscientes, sobretudo o medo e o ódio, para propalar sua ideologia. Para que tais discursos ecoem nas massas é preciso que tais sentimentos já estejam presentes nas mesmas, a fim de que seja possível a identificação com aquele que dissemina tal discurso. Anos atrás parecia que o Brasil estava num caminho lento, mas contínuo para o reconhecimento de direitos das minorias e para a inclusão social. No Brasil atual, no entanto, temos como presidente alguém explicitamente não laico e contra essas pautas sociais. Com um discurso inflamado e abertamente ofensivo aos que pensam diferente (inclusive com o pensamento científico) procura o controle daqueles que o apoiam.  Através de uma revisão bibliográfica, o presente artigo procura na gênese do povo brasileiro e nos dias atuais os motivos inconscientes que levaram ao poder esse líder, com viés ideológico antidemocrático e apolítico, que em certa medida possui semelhanças com o governo alemão de meados do século XX.

Diogo Johannes Follador de Souza / Curitiba / PR / Brasil
Graduado em Educação Física – Licenciatura, especialista em Psicomotricidade Relacional e Especialista em Psicologia Corporal, com habilitação em Terapia Corporal, pelo Centro Reichiano, Curitiba/PR. Atuando como psicomotricista relacional em nível pedagógico e em nível terapêutico.

Grupo 1 - Programa C (08:00-09:45)

7) Constelando as Couraças. Cristina Lessa Cereja/MG e Gabor Faluhelyi/MG

Você participará de um trabalho inovador, que utiliza as Constelações Sistêmicas como ferramenta para desbloqueio das energias vitais retidas nas couraças musculares, a nível sistêmico e arquetípico. O participante a apresentar o tema será sorteado entre os representantes inscritos na vivência.

Cristina Lessa Cereja / Nova Friburgo / RJ / Brasil
Psicoterapeuta Integral, pós-graduada em Psicologia Corporal, Consteladora Sistêmica, especialista em Cromoterapia, Chacraterapia, Terapia Floral, Mestra em Reconexão Quântica, Reiki e Eteriatria. Facilitadora de cursos e retiros na área de terapias complementares. Cofundadora do Instituto Integra (Saúde Integral), criadora do Método Integra de Abordagem Transdiagnóstica e Transterapêutica Unificada, Fundadora e Responsável Técnica da Casa de Assistência Mãos de Luz.

Gabor Faluhelyi / Nova Friburgo / RJ / Brasil
Fundador e administrador da Terra dos Magos. Facilitador de cursos e retiros na área do autoconhecimento e da autotransformação. Instrutor de meditação. Ex-executivo na área de Recursos Humanos, foi consultor para diversas grandes empresas.

8) Jornada da alma – vivência de conexão interior através da bioenergética, meditação e yoga.

Como o trabalho com o corpo, energia vital e mente pode favorecer a conexão interior com nosso ser mais autêntico? Vamos utilizar diversos recursos da tradição do yoga, práticas meditativas e exercícios da bioenergética para oferecer uma vivência de integração com a dimensão essencial da vida.

Isabela Siegel Corrêa / Curitiba / Brasil
Psicóloga clínica (CRP-08-08/11221), com especialização em Psicoterapia Corporal, Psicologia Analítica e EMDR. Formada em Constelação Familiar. Também atua como instrutora de Yoga, e facilitadora de grupo de crescimento pessoal Jornada da Alma.

9) Quando os papéis se invertem: do ser cuidado ao cuidador. Regina Maria Martins Del Coco/SP e Laerte Augusto Rolim/SP

A proposta é vivenciar a inversão de papéis que ocorre quando nos tornamos cuidadores de nossos pais: do crescer e receber cuidados ao progressivo envelhecimento dos pais, que passam a ser cuidados. A vivência contará com o uso dos toques terapêuticos no enriquecimento dos vínculos dessa relação.

Regina Maria Martins Del Coco / São Paulo / SP / Brasil
Psicóloga (CRP-06/23017-4), formada pelo Instituto Unificado Paulista (IUP-SP). Psicopedagoga clínica e institucional pelo Instituto Sedes Sapientiae/SP. Especialista em Psicologia Corporal, na categoria clínica, pelo Centro Reichiano, Curitiba/PR. Residência Clínica em Análise Reichiana, pelo Centro Reichiano, Curitiba/PR (em formação).

Laerte Augusto Rolim / São Paulo / SP / Brasil
Médico (CREME-SP-18657), Psicoterapeuta Psicodramatista, Psicoterapeuta Bioenergético.

10) Como a biocapoeira pode triplicar sua qualidade de vida. Luiz Carlos Malvino/SP, Cleide Machado/SP e Marcia Natsuko Watanabe/SP

Um dos grandes males que tem assolado a humanidade surgiu a partir do diferente estilo de vida que nós começamos a ter nos últimos anos e isso tem feito com que muitas pessoas acabem sofrendo com ansiedade, insônia, falta de motivação, falta de energia, senso de direção, um significado ou propósito de vida e coisas que fazem cada vez mais as pessoas adoecerem prematuramente e com doenças mais difíceis de serem tratadas, é por isso que através do conhecimento oriundo da biocapoeira que é trazido ao longo do tempo nós temos aspectos que podem serem trazidos nos dias atuais que vão permitir às pessoas como terem uma vida muito mais saudável, com melhor direção através de como nas suas vibrações internas e externas que permitirão que todo o seu corpo se torne muito mais harmônico gerando maior qualidade de vida, maior fluxo energético, resistência entre outros benefícios que desencadeiam um dia a dia mais proveitoso permitindo longevidade com maior qualidade de vida e principalmente se libertando das amarras que podem estar visíveis ou não.

Luiz Carlos Malvino / São Paulo / SP / Brasil
Mais de 18 anos aplicando diferentes metodologias orientais e quiropraxia, tendo atendido a mais de 4000 pessoas no Brasil e no exterior e é praticante de capoeira há 33 anos, tendo alcançado o grau de mestre sendo reconhecido pela comunidade e confederação internacional de capoeira. Baseado em suas experiências com capoeira e terapias desenvolve o método terapêutico para um melhor estilo de vida chamado Biocapoeira…

Cleide Machado / Sorocaba / SP / Brasil
Pós graduada em Gerontologia, presidenta da IBRAPPER (Instituto Brasileiro de Apoio e Pesquisa de Pacientes Osteomizados. Presidenta da ABRTA (Associação Brasileira de de Reflexologia e Terapias Associadas). Psicoterapeuta de Abordagem Cognitivo. Psicanálise clínica, palestrante.

Marcia Natsuko Watanabe  / São Paulo / SP / Brasil
Farmacêutica com pós graduação em: Recursos Humanos, Medicina Tradicional Chinesa. Praticante do método GDS de cadeias musculares.

Grupo 2 (10:00-11:45)

Grupo 2 - Programa A (10:00-11:45)

11.1) Amor e dor: um olhar da Psicologia Corporal para o adoecimento do coração. Isabela Molina Escorsin/PR

Reich afirmava que as emoções desencadeiam experiências energéticas no ser humano e vice-versa. Porém, algumas experiências energéticas poderão deixar marcas permanentes, levando o homem a se reprimir emocionalmente e dificultando sua evolução para um ser genital, manifestando psicopatologias. Instigado por essa energia advinda das emoções, Lowen percebeu que o amor é digno de um estudo ousado, trazendo à luz reflexões e estudos acerca da relação desse sentimento com o coração e o desejo sexual, sendo este último considerado tabu até os dias atuais. Tendo em vista tal tabu, os indivíduos tem isolado o coração de seus pensamentos e ações. Buscarei, na presente atividade, elucidar como o amor e a dor estão diretamente relacionados ao adoecer do coração, bem como o mesmo ocorre na visão da Psicologia Corporal, buscando corroborar com futuras e necessárias pesquisas sobre o tema em outras áreas do conhecimento.

Isabela Molina Escorsin / Curitiba / PR / Brasil
Psicóloga (CRP-08/27011), formação em Psicologia pelo Centro Universitário Unibrasil. Especialista em Psicologia Corporal, com habilitação em Piscoterapia Corporal, pelo Centro Reichiano, Curitiba/PR. Psicóloga Clínica no Centro de Qualidade de Vida Mente Sã, Corpo São – Curitiba/PR.

11.2) O resgate do self na relação ser humano-natureza. Maria Paula Bertol/RS

Na Psicologia Corporal, ao estudarmos a Análise do Caráter, investigamos desde a história de vida até onde existam possíveis couraças, que são originadas de traumas que geram bloqueios emocionais e comprometem o fluxo de energia que promove o equilíbrio necessário para o bem viver. Esta abordagem traz conceitos e técnicas que nos permitem compreender e intervir nestes bloqueios para além da terapia verbal, a nível corporal e energético. Neste estudo também resgatamos um conhecimento ancestral, que é o Xamanismo, buscando entendimentos sobre nossa relação com a natureza, vista como uma totalidade da qual fazemos parte. Considerando uma possível intersecção entre estes caminhos, aprofundamos o estudo sobre os quatro elementos da natureza e como são compreendidos no Xamanismo. Neste sentido, nossa proposta é promover o diálogo entre estes caminhos, a Psicologia Corporal com este conhecimento ancestral, acreditando que possam se complementar, com vistas à autopercepção e equilíbrio no fluxo energético das pessoas.

Maria Paula Bertol / Novo Hamburgo / RS / Brasil
Psicóloga (CRP–07/20058), Massoterapeuta, Reikiana, Especialista em Saúde Coletiva (AVM), Especialista em Educação Permanente em Saúde (UFRGS), Especialista em Psicologia Corporal, com habilitação em Psicoterapia Corporal, pelo Centro Reichiano,  Curitiba/PR.

12.1) O débito de Osho com Wilhelm Reich, Parte 1: os escritos. José Felipe Rodriguez de Sá/BA

Osho: um dos líderes espirituais mais controversos do século XX. Ame-o ou odeie-o, é inegável a extensão da popularidade e influência do antiguru indiano. Este trabalho destaca a dívida do grande expoente do neotantrismo no Ocidente para com Wilhelm Reich. Foca-se em como a obra e a vida de Reich foram acolhidas e valoradas – e, por vezes, criticadas – por Osho. Em específico, o papel das neuroses nos bloqueios energéticos, a relação indireta de Reich com o tantra e os paralelos do orgone na religiosidade oriental. Além disso, são abordados os comentários de Osho sobre a perseguição política de Reich e o fato de “Escute, zé-ninguém!” ser um de seus livros prediletos.

José Felipe Rodriguez de Sá / Salvador / BA / Brasil
Bacharel em Psicologia (CRP-03/8040) pela Universidade Salvador. Especialista em Psicoterapia Analítica no Instituto Junguiano da Bahia. Mestre em Família na Sociedade Contemporânea pela Universidade Católica do Salvador. Fundador do Mythological Roundtable® de Salvador/BA, ligado ao Joseph Campbell Foundation.

12.2) Nascimento, morte e renascimento do sexo. Rosana de Cássia Ferreira Machado/PR

Nas sociedades antigas matriarcais o sexo era livre e ligado à espiritualidade. Mais tarde, com as sociedades patriarcais, o sexo passou a ser regulado pela sociedade e pela igreja, transformando-o em pecado e o classificando como um impulso animalesco e indigno. Este funcionamento social repressor aos poucos foi sendo responsável por diversas patologias e perversões presentes nas sociedades modernas. Nos últimos cem anos ganhamos mais liberdade sexual e o sexo passou a ser a base para a individuação e autoconhecimento do indivíduo. Mas ainda é uma conquista recente e carente de orientação e cuidado social. Podemos agora provar cientificamente que o ser humano foi projetado para fazer muito mais sexo do que os animais e que, este sexo, através do estudo de tradições antigas pode ser usado para o bem estar psíquico e o desenvolvimento espiritual do ser humano.

Rosana de Cássia Ferreira Machado / Curitiba / PR / Brasil
Publicidade e Propaganda – Metodista/SP; Psicanálise e Psicoterapia Breve – Sociedade Paulista de Psicanálise; Psicanálise de Família – IPA/SP; Desenvolvimento Transpessoal – EEDT/Espanha; Biopsicologia – Visão Futuro; Constelação Familiar; Mandalas Terapêuticas – Alubrat; Respiração Holotrópica – Faculdades Espíritas; Especialista em Psicologia Corporal, com habilitação em Terapia Corporal, pelo Centro Reichiano, Curitiba/PR.

13) Vegetoterapia caracteroanalítica e os desafios do manejo das couraças nos atendimentos presenciais e online. José Henrique Volpi/PR

A vegetoterapia caracteroanalítica é uma combinação das técnicas da análise do caráter com a vegetoterapia. Foi criada por Wilhelm Reich, mas desenvolvida por Federico Navarro, cuja proposta é atuar sobre a couraça muscular libertando as energias vegetativas reprimidas. Nossa proposta é explorar os desafios dessa prática nos atendimentos presenciais e online em minha forma pessoal de trabalhar com a vegetoterapia, mostrando algumas possibilidades de trabalho, numa proposta que chamo de vegetoterapia breve-focal.

José Henrique Volpi / Curitiba / PR / Brasil
Psicólogo (CRP-08-3685), Especialista em Psicologia Clínica, Psicologia Corporal, Anátomo-Fisiologia, Hipnose Ericksoniana, Psicodrama, Acupuntura e Método Ryodoraku (Método de eletrodiagnóstico bioenergético e de tratamento pela acupuntura). Mestre em Psicologia da Saúde e Doutor em Meio Ambiente. Diretor do Centro Reichiano e Organizador e Presidente dos Congressos Brasileiros de Psicoterapias Corporais.

14) Convergências e divergências entre a Psicologia Corporal e o Yôga. Alessandro Marcelo Wainer Martins/PR

A difusão das técnicas do Yôga entre os psicoterapeutas corporais sugere um conhecimento maior das origens dessa filosofia prática a fim de que se entendam os pontos de intersecção entre psicoterapia corporal e a filosofia prática hindu. O Yôga nasceu há mais de cinco mil anos no Vale do Rio Indo, com características matriarcais, desrepressoras e sensoriais e, através de técnicas específicas, objetiva a chegada a um estado de hiperconsciência conhecido como samádhi, que só é possível através do direcionamento da energia sexual que, nessa cultura, é conhecida como kundaliní. O Yôga trabalha essa energia para que seja possível atingir o samádhi de forma segura e a Psicoterapia Corporal o faz para dar a autorregulação ao paciente.

Alessandro Marcelo Wainer Martins / Curitiba /PR / Brasil
Bacharel em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná. Diplomado no Curso Superior de Formação Específica, campo de saber em Yôga, pela Universidade Estadual de Ponta Grossa. Graduando de Psicologia pela Unidombosco. Especialista em Psicologia Corporal, com habilitação em Psicoterapia Corporal, pelo Centro Reichiano, Curitiba/PR. Hipnólogo pelo Instituto Brasileiro de Hipnose e Terapias.

Grupo 2 - Programa B - Das 11:00 às 11:45h

15.1) Fale agora ou cale-se para sempre. Que medo é esse? O medo na visão da Psicologia Corporal. Mônica da Silva Braga/PR

Há um sentimento que pode nos acompanhar desde o momento que somos gerados. Na dose certa, nos conscientiza do perigo, nos coloca em um estado de alerta extremamente importante para a nossa sobrevivência. Mas, se “perdemos a mão” e colocarmos algumas gotas a mais será como um veneno letal na nossa vida. Matará a nossa iniciativa, alegria de sermos nós mesmos, bloqueará nossos movimentos, nossas emoções e tomada de decisão. Trancará em uma masmorra as nossas melhores ideias, matará de fome a vontade de seguir em frente, de nos expormos, de mudar de vida. Nos fará escolher o confortável, nos acostumarmos com a dor, nos calará e moldará o nosso corpo. Mas afinal, que medo é esse? Como educadora, tratarei aqui do medo que atinge impiedosamente crianças e adultos de todas as idades, sexos, raças, cada vez que precisam se expor. O medo de errar. O que há por trás desse sentimento? Como dominá-lo e controlá-lo? Que sinais nosso corpo mostra e como trabalhar com eles? Sem a pretensão de entregar um diagnóstico fechado, venho por meio dessa apresentação despertar a consciência dos ouvintes, levando-os a superar essa dificuldade.

Mônica da Silva Braga / Curitiba / PR / Brasil
Professora de Inglês, Graduada em Letras, Pós-graduada em Psicopedagogia, Especialista em Psicologia Corporal, com habilitação em Terapia Corporal, pelo Centro Reichiano, Curitiba/PR.

15.2) Intestino: Vilão ou Mocinho? As causas emocionais da irregularidade de funcionamento do intestino sob a ótica da Psicologia Corporal. Natacha Perotto/PR

Quantas pessoas conhecemos, dentro de nosso círculo de amigos, familiares, que possuem algum problema intestinal, sofrem de constipação ou que o intestino funciona de forma irregular? Neste trabalho pretendo explicar as causas desses funcionamentos irregulares e como estas estão interligadas a questões emocionais, interferindo desta forma no modo de viver de cada ser. Também exploraremos algumas possibilidades de tratamento por meio da Psicologia Corporal.

Natacha Perotto / Curitiba / PR / Brasil
Psicóloga (CRP-08/23572) formada pela Faculdade Assis Gurgacz (FAG), Pós graduada em MBA em Gestão Empresarial e Especialista em Psicologia Corporal, com habilitação em Psicoterapia Corporal, pelo Centro Reichiano, Curitiba/PR. Atuo na área de Recursos Humanos há mais de 6 anos, e na área clínica há 5 anos. Já trabalhei com grupos de mães e fui responsável técnica pela equipe de Psicologia da APAE de Cascavel.

16) Mulheres anorgásmicas sob o olhar da Psicologia Corporal. Tatiane Marili Pereira Machado/PR e Iáscara Fredrich da Silveira/SC

O sexo é uma das bases principais de uma conexão amorosa saudável. Para as mulheres, a relação com o prazer encontra barreiras desde as suas primeiras fases da vida. Estão desconectadas dele e de seus corpos por uma pressão histórica, social e cultural. Muitas apresentam dificuldades de atingir o orgasmo e nem sabem que essa dificuldade pode ser uma disfunção sexual. A anorgasmia feminina pode trazer desconforto, problemas nos relacionamentos e desequilíbrio sexual. Neste artigo, iremos trazer o olhar da Psicologia Corporal sobre a anorgasmia feminina, compreendendo seus motivos, e buscando como esta abordagem ajuda no tratamento dessa disfunção.

Tatiane Marili Pereira Machado / Curitiba / PR / Brasil
Graduada em Psicologia (CRP-08/15066) pela PUC-PR em 2010. Psicóloga Clinica e Terapeuta Sexual. Consultora especialista em produtos íntimos sexuais. Empresária da Loja online “Dona do seu prazer”, e do Espaço Terapêutico Symbolize, Curitiba/PR. Especialista em Psicologia Corporal, com habilitação em Psicoterapia Corporal, pelo Centro Reichiano, Curitiba/PR.

Iáscara Fredrich da Silveira / Joinville / SC / Brasil
Licenciada em Ciências Biológicas (PUC/RS) e licenciada em Letras Inglês (UNIJUI/RS), Especialista em Ciências Aeronáuticas (CESUMAR/PR). Especialista em Psicologia Corporal, com habilitação em Terapia Corporal, pelo Centro Reichiano, Curitiba/PR.

17.1) A entrega ao corpo: liberta(dor) da docilidade? Mariana Barbosa Oliveira/PR
Nessa apresentação tecemos um diálogo entre o conceito de corpos dóceis segundo Foucault (1999) e as contribuições da Análise Bioenergética de Lowen para refletir sobre como esse corpo pode vivenciar a sua potência e a liberdade da sua autoexpressão. Portanto, consideramos a possibilidade dessa experiência proporcionar ao corpo ser um instrumento de luta política para resistência e de transformação social. 

Mariana Barbosa Oliveira / Londrina / PR / Brasil
Psicóloga (CRP-06/106273), graduada na Universidade Estadual de Londrina (UEL).  Especialista em Psicologia Corporal, com habilitação em Psicoterapia Corporal, pelo Centro Reichiano, Curitiba/PR.

17.2) Narcisismo na atualidade: reflexos da sociedade sob a perspectiva da Psicologia Corporal. Susan Maiara da Rosa/PR
Alexander Lowen (1983), em seu livro “Narcisismo: a negação do verdadeiro self”, discorreu acerca de como a cultura contemporânea possuía um papel ativo na constituição de sujeitos narcisistas, e o quanto este mundo moderno estaria fascinado por imagens. Essa pesquisa visa realizar uma análise a fim de compreender e relacionar a sociedade atual à visão de Lowen, elucidando sobre o aumento do comportamento narcisista nas pessoas após o advento das redes sociais, e o quanto essa atual sociedade pode estar nos tornando cada vez mais narcisistas na “Era da Internet”, em termos de padrões de beleza, padrões de vida, hábitos e rotinas, assim como o quanto esta exposição é normalizada e aclamada, trazendo à luz conceitos da Psicologia Corporal, com o intuito de auxiliar na reflexão dessas questões promovendo contato com a singularidade, vivacidade, fluidez e expressão corporal.

Susan Maiara da Rosa / Curitiba / PR
Psicóloga (CRP-08/30503) formada pela Universidade Tuiuti do Paraná (UTP), Especialista em Psicologia Corporal, com habilitação em Psicoterapia Corporal, pelo Centro Reichiano,  Curitiba/PR.

18) Asas para quem tem raízes: fundamentos das práticas corporais bioenergéticas, do grounding ao surrending. Sandra Mara Volpi/PR

A abordagem bioenergética em psicoterapia propõe, de um lado, o trabalho analítico, por meio do qual se compreende e elabora a estrutura de funcionamento caractereológico, que corresponde a um particular sistema de defesa emocional. Este sistema de defesa reflete-se também no corpo, e por isso, de outro lado, a Análise Bioenergética propõe o trabalho físico e energético em paralelo à abordagem analítica do caráter. Vale dizer que o caráter está no corpo e, a partir deste, igualmente, pode se flexibilizar. Em outros termos, a prática da Bioenergética contempla a totalidade de nossa existência, buscando integrar a cisão entre nossos pensamentos, emoções e ações. Em termos metodológicos, diminuir tensões resulta em aumentar a vitalidade, assim como aumentar a vitalidade resulta em diminuir tensões. Nesse seminário, discutiremos a metodologia básica da Bioenergética, desde o exercício do grounding, que permite um melhor enraizamento na própria realidade somática, passando pelo longing, pelo kicking, pelo uso do stool e, finalmente, permitindo o surrending – a redenção à própria existência.

Sandra Mara Volpi / Curitiba / PR / Brasil
Psicóloga (CRP-08-5348), Especialista em Psicologia Clínica, Psicopedagogia, Ludoterapia, Psicoterapia Infantil, Psicologia Corporal, Análise Bioenergética (CBT e Supervisor). Especialista em Acupuntura, Mestre em Tecnologia. Diretora do Centro Reichiano e Organizador e Presidente dos Congressos Brasileiros de Psicoterapias Corporais.

Grupo 2 - Programa C - Das 10:00 às 11:45h

19) Shiatsu Emocional aplicado aos níveis corporais reichianos. Claudia Eliane Rocha da Silva/PR

Neste encontro pretendo compartilhar recursos terapêuticos da terapia Shiatsu Emocional que podem ser complementares ao tratamento nos segmentos corporais mapeados por Wilhelm Reich. Shiatsu Emocional parte de fundamentos da base teórica médica do tradicional Shiatsu japonês (teorias do Yin-Yang, Cinco Elementos e Meridianos) somado à análise psicossomática, conhecimentos de neurociência e técnicas psicoterapêuticas. A prática prioriza a atenção integral, escuta e olhar compassivos e o foco no tocar e sentir. Veremos possibilidades de massagem, respirações, movimentos e imagens mentais que auxiliam na livre circulação da energia através dos níveis corporais reichianos.

Claudia Eliane Rocha da Silva / São Pedro de Alcântara / SC / Brasil
Praticante e professora de Shiatsu Emocional (SHIEM – Escola de Shiatsu/RJ). Formada em terapias do sistema de medicinas do norte da Tailândia (Ong’s Thai School – Chiang Mai/TH). Kinesiologista pelo método Toque para a Saúde (IKC – Internacional Kinesiology College/EUA). Cursando a Especialização em Psicologia Corporal, com habilitação em Terapia Corporal, pelo Centro Reichiano, Curitiba/PR. Dedica-se à agrofloresta como membra da estação de permacultura Yvyporã (São Pedro de Alcântara/SC). Desde 2014 ministra workshops de Automassagem, Massagem em duplas e Autocuidados naturais.

20) O trem: a viagem da vida. Chegar ou não no destino? Wilson Pacheco/SC, Cristiane Aparecida Santos/PR e Fernanda Reddin Werka/PR

A vivência tem por objetivo viajar pelas etapas da vida, desde o útero até o “último dia”, vivenciando no corpo as diferentes “estações” da existência, experimentando técnicas corpóreas próprias para cada etapa e sentir o “não experimentar” quando a vida desembarcar precocemente do trem.

Wilson Pacheco / Florianópolis / SC / Brasil
Médico (CRM 2924-SC), Mestre e Doutor em Anatomia; Especialista em Psicologia Corporal pelo Centro Reichiano,  Curitiba/PR. Professor Aposentado de Anatomia da Universidade Federal de Santa Catarina. Escritor Romancista premiado no Brasil e na Itália. 

Cristiane Aparecida Santos / Curitiba / PR / Brasil
Graduação em Psicologia (CRP-08/27321) pelo Centro Universitário Autônomo do Brasil – UNIBRASIL. Especialização em Psicologia Corporal pelo Centro Reichiano, Curitiba/PR. Curso de capacitação em Suicídio e orientação profissional.

Fernanda Reddin Werka / Curitiba / PR / Brasil
Psicóloga organizacional e clínica (CRP-08-08/19187) com MBA em Gestão Estratégica de Pessoas. Massoterapeuta e Especialista em Psicologia Corporal pelo Centro Reichiano, Curitiba/PR.

21) O corpo e suas delícias: trabalhando o prazer nos segmentos de couraça. Cristiane Zanette de Camargo/SP e Renato Nascimento de Miranda/DF

Prazer é uma sensação que apesar de ser avidamente perseguida, está sujeita a muitos desencontros e distorções, em função das inibições e repressões individuais e sociais que enfrenta. Essas repressões ficam marcadas no corpo em cada um dos segmentos de couraça, bloqueando-o de diferentes formas em nossas vidas. O objetivo desta vivência é trabalhar a experiência do prazer em cada um destes segmentos, colocando a pessoa em contato com seu corpo, flexibilizando suas resistências e tensões físicas e caractereológicas, facilitando o fluxo integral de sua bioenergia e a entrega para o prazer da vida.

Cristiane Zanette de Camargo / Cerquilho / SP / Brasil
Psicóloga (CRP-06/101932), facilitadora de grupos em Bioenergética e Especialista em Análise Bioenergética (CBT) pelo Ligare-Americana/SP. Especialista em Psicologia Corporal, com residência em Análise Bioenergética, pelo Centro Reichiano, Curitiba/PR. Training em Massagem Bioenergética com Ralph Viana-Florianópolis-SC. Membro do Instituto de Análise Bioenergética (IABSP) e do Instituto Internacional de Análise Bioenergética (IIBA).

Renato Nascimento de Miranda / Brasília / DF / Brasil
Psicólogo e Bacharel em Psicologia pela Universidade de Brasília/DF (CRP-01/13658). Especialista em Psicologia Analítica Junguiana pelo IJEP/Facis – SP. Especialista em Psicologia Corporal, na categora clínica, pelo Centro Reichiano, Curitiba/PR. Formação em Psicologia Transpessoal pelo Instituto Humanitatis – Campinas/SP

Grupo 3 (13:30-15:15)

Grupo 3 - Programa A - Das 13:30 às 14:15h

22) Psicoterapia corporal para idosos – Revisão Sistemática. Janete Capel Hernandes/GO

O público idoso tem crescido muito e aos poucos tem procurado a psicoterapia, o que tem despertado em nós psicoterapeutas a necessidade de nos qualificarmos de forma específica para tal público, que possui demandas particulares e voltadas à essa fase do desenvolvimento. A Psicologia Corporal se divide em várias correntes e todas podem ser aplicadas aos idosos. Nesse seminário serão apresentadas sínteses, seguidas de análises de estudos que foram desenvolvidos com idosos, tendo como base teórica, a Psicologia Corporal. São estudos de campo em que foram realizadas práticas da Psicologia Corporal com idosos e publicados em congressos e/ou sites relacionados à Psicologia Corporal e em bases de dados de revistas científicas especializadas no tema. Tais estudos apresentam além do referencial teórico, as técnicas utilizadas e os resultados alcançados.

Janete Capel Hernandes / Goiânia / GO / Brasil
Psicóloga (CRP-09/02019) com doutorado em Ciências da Saúde, Mestrado em Psicologia, Especializações em Gestão de pessoas, Docência universitária e Educação à distância. Cursando Especialização em Psicologia Corporal, com habilitação em Psicoterapia Corporal, pelo Centro Reichiano, Curitiba/PR. Psicoterapeuta individual e de grupos. Professora em cursos de graduação e pós-graduação presencial e à distância. Consultora em pesquisas científicas.

23) Sensação de órgão e pacto narcísico da branquitude: a importância de pensar questões raciais na clínica. Ívina Paiva de Paula/DF

Este seminário visa discutir como a sensação de órgão de terapeutas pode ser afetada por questões sociais, especialmente o racismo, que atravessam o processo de subjetivação de todos nós. A partir do conceito de “pacto narcísico da branquitude” discuto como o racismo estrutural que constitui a sociedade brasileira afeta também a forma de olhar e sentir o outro. É importante que nós, terapeutas corporais, estejamos conscientes das questões raciais que nos atravessam para que de fato possamos estabelecer pontes radiantes com as pessoas que atendemos, sem estigmatizá-las ou minimizar sofrimentos e vivências que não atravessam nosso corpo, no caso de terapeutas brancas e brancos.

Ívina Paiva de Paula / Brasília / DF / Brasil
Psicóloga (CRP 01/15815), Mestra em Psicologia e Processos de Desenvolvimento Humano pela Universidade de Brasília. Atua como psicóloga escolar há 11 anos e também como psicóloga clínica, atendendo adolescentes e adultos. Cursando Especialização em Psicologia Corporal, com habilitação em Psicoterapia Corporal, pelo Centro Reichiano, Curitiba/PR.

24) Contribuições da Psicoterapia Corporal no processo de autorregulação de mulheres frente ao quadro de infertilidade. Flavia Passos Viana/DF

A infertilidade, segundo dados da OMS (2020) é considerada uma doença do sistema reprodutor masculino ou feminino definida pela falha em conseguir uma gravidez após 12 meses ou mais de relações sexuais regulares sem proteção. É um problema que atinge cerca de 48 milhões de casais e por volta de 186 milhões de pessoas no mundo. No Brasil, a estimativa é de que ao menos oito milhões de pessoas convivam com o problema da infertilidade. Nesse contexto, este trabalho se propõe a dialogar acerca das contribuições da Psicologia Corporal no processo de autorregulação de mulheres diagnosticadas inférteis. Sabe-se que os impactos psíquicos advindos desse diagnóstico em mulheres incidem diretamente sobre a saúde mental e a qualidade de vida das mesmas. O presente trabalho pretende, portanto, observar como a Psicologia Corporal e suas ferramentas podem ser utilizadas no manejo de casos clínicos com esta demanda específica.

Flavia Passos Viana / Brasília / DF / Brasil
Psicóloga (CRP-16/1175), formada pela UFES (2003), Mestre em Política Social pela mesma universidade (2007), cursou Master em Intervenção Psicossocial na Universitat de Barcelona (Espanha-2011). Acupunturista pela ABACO/CBA – Colégio Brasileiro de Acupuntura e Medicina Chinesa (2018). Cursando Especialização em Psicologia Corporal, com habilitação em Psicoterapia Corporal, pelo Centro Reichiano , Curitiba/PR.

25) Socorro, o bebê vai nascer! E agora? Um olhar psico-corporal na perinatalidade. Natália Drulla Brandão de Souza Lied/PR e Ellen Fabiane Mancini/PR.

A gestação é um momento na vida da mulher que envolve muitos sentimentos, incluindo a angústia. Atualmente, existe um movimento de glamourização da maternidade, que vai na contra-mão do que seria uma gestação e maternagem saudável. Os estudos de Wilhelm Reich, Federico Navarro e outros teóricos oriundos da teoria reichiana, apontam para a importância de proporcionar uma saúde física, emocional e energética ao útero materno, que será o primeiro ambiente a acolher o novo bebê, influenciando seu desenvolvimento desde a concepção ao nascimento. Por isso, aqui se propõe o estudo psico-corporal na perinatalidade, como um resgate da teoria que possa vir a embasar o desenvolvimento de um programa para gestantes/casais que enfoque as etapas do desenvolvimento e as práticas da flexibilização de couraças como prevenção de neuroses, através de exercícios que fortaleçam a vitalidade, movimento e energia no ciclo gravídico puerperal.

Natália Drulla Brandão de Souza Lied / Curitiba / PR / Brasil
Bacharel em Turismo e Bacharel em Artes Cênicas. Especialista em Programação Neurolinguística, em Dança Circular, em Metodologia do ensino de Artes e também em Gestão Cultural. Especialista em Psicologia Corporal, com habilitação em Terapia Corporal, pelo Centro Reichiano, Curitiba/PR. Atua como Doula, Educadora Perinatal, Instrutora de Yoga e de Dança para gestantes e mães com bebês. Promove encontros, cursos e palestras sobre perinatalidade.

Ellen Fabiane Mancini / Curitiba / PR / Brasil
Formada em Licenciatura em Musica pela Escola de Música e Belas Artes do Paraná. Especialista em Psicologia Corporal, com habilitação em psicoterapia corporal, pelo Centro Reichiano (Curitiba/PR). Graduada em Psicologia pela Universidade Tuiuti do Paraná. Pós-graduanda em Neuropsicologia na Universidade Tuiuti do Paraná.  Fundadora do Grupo de Palhaços Voluntários Abraço Solidário. Atua como Psicoterapeuta Clínica (CRP 08/35488), com Adultos e Casais na área de sexualidade e relacionamentos, whorkshops e palestras.

Grupo 3 - Programa B - Das 14:30 às 15:15h

26.1) Entre quatro paredes é possível a liberdade do corpo. Paula (Gaya) Pala Abeche/PR

Há uma forma de ir além da mente, além da racionalidade e conversação da terapia convencional. Há um corpo a ser explorado, um corpo a ser revivido, tocado, mexido. E nesse corpo habita toda a nossa história, e muito dela está até então adormecida. As emoções que não foram expressas ainda circulam no nosso sistema pedindo para saírem, os gritos abafados, o medo que não pôde tremer. O caminho é através do corpo. O caminho é através.

Paula (Gaya) Pala Abeche / Florianópolis / SC / Brasil
Bacharel em Turismo pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. Especialista em Psicologia Corporal, com habilitação em Terapia Corporal, pelo Centro Reichiano, Curitiba/PR. Facilitadora de Meditação e Artista Musical.

26.2) Resiliência no corpo e o corpo na pandemia da COVID-19. Contribuições da Psicologia Corporal. Lorraine Godoi/RS

A pandemia da COVID-19 causou milhares de mortes em 2020. No Brasil, chegou em um cenário de crise sanitária e expôs também crises econômica, social e moral. O presente trabalho se propõe a pensar a atuação do terapeuta corporal em sua prática clínica junto a seu paciente na perspectiva da resiliência, defendendo e preservando a vida, a vitalidade e a flexibilidade de cada um.

Lorraine Godoi / Novo Hamburgo / RS / Brasil
Pedagoga, formada pela ULBRA/Canoas em 2010, acadêmica de Psicologia na ULBRA/Canoas e especialista em Psicologia Corporal, com habilitação em Psicoterapia Corporal, pelo Centro Reichiano, Curitiba/PR.

27) Ocorrência de estados alterados de consciência durante os primeiros actings em sessões de Vegetoterapia. Rosana de Cássia Ferreira Machado/PR

Algumas vezes, durante os actings dos primeiros dois segmentos de couraça nas sessões de Vegetoterapia, pacientes mais sensíveis ou suscetíveis a entrarem em estados alterados de consciência apresentam experiências transpessoais. Isso se dá porque ao trabalharmos os segmentos superiores de couraça, que dizem respeito a comprometimentos durante a vida intrauterina e período de amamentação, entramos em contato com o núcleo psicótico do paciente. A manifestação desta experiência, pode desorientar o terapeuta que não está habituado com tais questões. Mas elas podem ser entendidas e classificadas a partir da Teoria das Matrizes Perinatais de Stanislav Grof, que as divide com base em estágios intrauterinos, desde a concepção até o nascimento. Este entendimento pode abrir um caminho completamente novo ao terapeuta que se depara com estes episódios. Ao final, há a sugestão de ferramentas da Psicologia Transpessoal e da Bioenergética para elaboração ou aprofundamento do material emergente, sugerindo caminhos alternativos e complementares durante estas fases.

Rosana de Cássia Ferreira Machado / Curitiba / PR / Brasil
Formada em Publicidade e Propaganda – Metodista/SP; Psicanálise e Psicoterapia Breve – Sociedade Paulista de Psicanálise; Psicanálise de Família – IPA/SP; Desenvolvimento Transpessoal – EEDT/Espanha; Biopsicologia – Visão Futuro; Constelação Familiar; Mandalas Terapêuticas – Alubrat; Respiração Holotrópica – Faculdades Espíritas; Especialista em Psicologia Corporal, com habilitação em Terapia Corporal, pelo Centro Reichiano, Curitiba/PR.

28.1) Efeitos de exercícios de liberação de trauma (TRE®) em adultos pós-traumatizados pela COVID-19. Luzilaurie Harumi Adati Muto/SP

A pandemia instalada no planeta no final de 2019, pela Corona Virus Disease (COVID-19), abalou o mundo todo, gerando inúmeras mortes e diversas sequelas, assim como a necessidade de distanciamento social, medo, insegurança e consequentemente estresse, afetando o estado emocional e físico. Os exercícios de liberação de trauma (TRE®) são ferramentas terapêuticas para promoção de saúde e cuidado. O presente trabalho buscou fornecer base bibliográfica, para posterior realização de pesquisa de campo, a fim de verificar o nível de estresse pós-traumático, ansiedade e depressão, através de Escala de Estresse Pós-Traumático e da Escala de Medida de Ansiedade e Depressão, antes e depois da realização dos TRE®, em formato presencial e virtual, em adultos, com sintomas de estresse, ansiedade e depressão, desencadeados pelos efeitos da pandemia subsequente à COVID-19.

Luzilaurie Harumi Adati Muto / Cajati / SP / Brasil
Bacharel em Fisioterapia pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, Especialista em Psicologia Corporal, com habilitação em Terapia Corporal, pelo Centro Reichiano, Curitiba/PR.

28.2) A Análise Reichiana na avaliação de pacientes com cervicalgia. Simone Borgonovo dos Santos Lima/SC

A cervicalgia é uma queixa comum, podendo acometer cerca de 30% da população mundial adulta. A grande maioria dos estudos propostos carrega um olhar mecanicista sobre esta patologia, e com isso o foco de tratamento recai apenas sobre a Fisioterapia e a Farmacologia. Este trabalho tem por objetivo propor um olhar integrativo sobre o paciente, associando a cervicalgia às questões psicológicas que também estão envolvidas, e que também deveriam ser consideradas como tratamento coadjuvante. Desta forma, este artigo busca associar a Análise Reichiana como ferramenta diagnóstica, revelando o bloqueio da couraça muscular comumente encontrada nestes pacientes e possibilitando a melhora da consciência do paciente em relação às suas tensões, bem como a flexibilização da couraça.

Simone Borgonovo dos Santos Lima / Jaraguá do Sul / SC / Brasil
Bacharel em Fisioterapia pela Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC). Formação no Método de Cadeias Musculares e Articulares de Godeliève Denys-Struyf. Especialista em Psicologia Corporal, com habilitação em Terapia Corporal, pelo Centro Reichiano, Curitiba/PR.

29) Psicoterapia Breve Caracteroanalítica (PBC) – Uma proposta focal. Elias Junior Minasi/PR

O alívio ao sofrimento humano não pode ser medido em tempo ou duração. Diante de nossa sociedade cada vez mais líquida, pode-se propor, utilizando a base da Vegetoterapia Caracteroanalítica, de Federico Navarro, e contribuições de outras técnicas e abordagens, um método para o trabalho focal e breve. Com base na psicodinâmica somática, com uma sistemática criada por Xavier Serrano Hortelano em colaboração com outros profissionais e referenciada como intervenção clínica pela EsTeR (Escola Espanhola de Terapia Reichiana), a PBC propõe um trabalho de autopoiese, flexibilização de couraças e traços caracteriais.

Elias Junior Minasi / Ponta Grossa / PR / Brasil
Analista Reichiano (em residência – Centro Reichiano), Graduação em Comunicação com ênfase em Marketing (UNINTER). Especialização em Psicologia Corporal (Centro Reichiano). Especialização em Terapia de Renascimento (IESH – CE). Formação em Psicoterapia Breve Caracteroanalítica (Escola Espanhola de Terapia Reichiana – em andamento)

Grupo 3 - Programa C - Das 13:30 às 15:15h

30) EMDR e psicoterapia corporal: como lidar com memórias traumáticas emergentes durante o desbloqueio dos segmentos de couraça. Antonio Ricardo Silva Teixeira/DF

Este laboratório teórico-prático visa oferecer alguns recursos técnicos para serem agregados à metodologia da psicoterapia corporal de base reichiana frente ao surgimento de memórias traumáticas durante o desbloqueio. O núcleo traumático não resolvido pode acirrar a resistência transferencial, tendências regressivas, surtos psicóticos, fuga da terapia, criar padrões cíclicos de fuga de contato, sintomas de TEPT (Transtorno de Estresse Pós-Traumático) e/ou defesas dissociativas, e ainda fortalecer a rigidez caracterológica em vez de flexibilizar. Teoria: 1-Dissociação e os diferentes graus da falta de contato. 2-Como o trauma e a vergonha se ocultam nas couraças. 3-Como podemos retraumatizar em vez de tratar. 4-Princípios básicos do EMDR-Eye Movement Desensitization and Reprocessing. 5-Diferença entre mudança de estado emocional e reprocessamento. 6-Catarse e elaboração. 7-A superação do trauma e o self na direção do tratamento. Técnicas: 1-Fronteira e segurança. 2-Obtendo responsividade ao reprocessamento. 3-Como empregar os movimentos oculares de forma segura.

Antonio Ricardo Silva Teixeira / Brasília / DF / Brasil
Psicólogo (CRP-01/6578) pela Universidade Sta Úrsula-RJ- Dez. 1980. Orgonoterapeuta pelo CIO-Centro de Investigação Orgonômica-RJ. Hipnoterapeuta Clássico e Ericksoniano, Supervisor de EMDR-Eye Movement Desensitization and Reprocessing. Somatic Experiencing-Avançado. Neuropsicólogo-Open-Orgonomy – Bodynamic (Em curso). Praticante de Meditação Vipassana e Aikido.

31) Crianças do presente: ludicidade, ritmo e paraquedas. Diogo Johannes Follador de Souza/PR e Beatriz Cornelsen Boscardin/PR

O que a criança pequena saudável sabe fazer de melhor, quando não está comendo ou dormindo, é brincar. Na medida em que cresce, esse brincar geralmente perde espaço na vida do sujeito, seja por necessidades práticas, falta de tempo ou mesmo pelo julgamento alheio. A magia do brincar e do universo lúdico, em nosso contexto contemporâneo, muitas vezes perde espaço para a mecânica do trabalho e para a correria do dia a dia. Contudo, o prazer do brincar ainda habita no adulto moderno e por intermédio de um diálogo entre Wilhelm Reich e André Lapierre (cocriador da Psicomotricidade Relacional), numa dinâmica lúdica, se pretende resgatar a criança adormecida nesse adulto.

Diogo Johannes Follador de Souza / Curitiba / PR / Brasil
Graduado em Educação Física – Licenciatura, especialista em Psicomotricidade Relacional e Especialista em Psicologia Corporal, com habilitação em Terapia Corporal, pelo Centro Reichiano, Curitiba/PR. Atuando como psicomotricista relacional em nível pedagógico e em nível terapêutico.

Beatriz Cornelsen Boscardin / Curitiba / PR / Brasil
Graduada em Educação Física e especialista em Psicomotricidade Relacional.

32) Conectando-se com o corpo e harmonizando os Chakras. Cândida Luciano/PR e Tatiane Marili Pereira Machado/PR

A vivência permite realizar um trabalho de consciência corporal através do movimento, ativando a percepção do fluxo de energia do nosso corpo com o alinhamento dos Chakras principais e possibilitando sentir a energia fluindo e se restaurando em nosso corpo.

Cândida Luciano / Curitiba / PR / Brasil
Psicóloga (CRP-08/15070) graduada pela PUC-PR, atuante na área clínica desde 2010. Trabalhou no hospital Psiquiátrico Clínica Dr. Hélio Rotenberg de 2010 à 2019. Supervisionou o estágio de Psicologia na Clínica Dr. Hélio Rotenberg de 2013 à 2019. Especialista em Psicologia Corporal, com habilitação em Psicoterapia Corporal, pelo Centro Reichiano, Curitiba/PR.

Tatiane Marili Pereira Machado / Curitiba / PR / Brasil
Graduada em Psicologia (CRP-08/15066) pela PUC-PR em 2010. Psicóloga Clinica e Terapeuta Sexual. Consultora especialista em produtos íntimos sexuais. Empresária da Loja online “Dona do seu prazer”, e do Espaço Terapêutico Symbolize, Curitiba/PR. Especialista em Psicologia Corporal, com habilitação em Psicoterapia Corporal, pelo Centro Reichiano, Curitiba/PR.

Grupo 4 (15:30-17:15)

Grupo 4 - Programa A - Das 15:30 às 16:15h

33) Os papéis que executamos na vida – do ser cuidado ao cuidador. Laerte Augusto Rolim/SP e Regina Maria Martins Del Coco/SP 

A família é a principal fonte de apoio e cuidado ao idoso. Quando os papéis se invertem, e de sermos cuidados passamos a cuidadores de nossos pais e familiares, há necessidade de toda uma reestruturação de vida, pois precisaremos reconhecer os estágios de comprometimento da saúde do idoso, e os recursos psicoterapêuticos possíveis para preservar a ambos, cuidador e ser cuidado. Pouco tocamos o idoso, por não reconhecermos sua necessidade de ser amado, de ser visto e tocado. Ao não tocarmos, rompemos um importante canal de conexão do idoso com suas lembranças mais íntimas. O toque terapêutico pode reconectar o idoso que está sendo cuidado com sua vida interior, com sua alma e vivacidade.

Laerte Augusto Rolim / São Paulo /SP / Brasil 
Médico, CREMESP 18657, Psicoterapeuta Psicodramatista, Psicoterapeuta Bioenergético.

Regina Maria Martins Del Coco / São Paulo /SP / Brasil
Psicóloga (CRP-06/23017-4), formada pelo Instituto Unificado Paulista (IUP-SP). Psicopedagoga clínica e institucional pelo Instituto Sedes Sapientiae/SP. Especialista em Psicologia Corporal, na categoria clínica, pelo Centro Reichiano, Curitiba/PR. Residência Clínica em Análise Reichiana, pelo Centro Reichiano, Curitiba/PR (em formação).

34.1) Empoderando mulheres com a Psicologia Corporal. Desenvolvendo amor próprio, segurança emocional e ressignificando traumas. Carolina Ramos Ferreira de Carvalho/RJ

Como as dinâmicas sociais afetam os padrões relacionais e emocionais do público feminino, já que mesmo em mulheres vindas de ambientes familiares mais estruturados e saudáveis é possível verificar um grande sofrimento emocional em âmbito amoroso? A dependência emocional, a baixa autoestima, a falta de amor próprio são pontos comuns em grande parte das mulheres. Abordaremos quais segmentos precisam ser mais trabalhados dentro da Psicologia Corporal para que as mulheres possam desfrutar de uma identidade sólida, autoestima, amor próprio e independência emocional. Incluiremos também como ressignificar traumas, sejam por abusos sexuais na infância, vida adulta, ou até psicológicos. Uma mulher empoderada é uma mulher equilibrada.

Carolina Ramos Ferreira de Carvalho / Rio de Janeiro / RJ / Brasil
Trabalha desde 2018 com o público feminino, focando na independência emocional, qualidade de vida e relacionamentos mais saudáveis. Também atua como ativista pelos direitos das mulheres e proteção da infância. Especialista em Psicologia Corporal, com habilitação em Terapia Corporal, pelo Centro Reichiano, Curitiba/PR.

34.2) Enquanto estamos distantes: um estudo sobre princípios básicos para atendimentos à distância em abordagens psicorporais. Mariane Sobrosa Ramos Bitencourt/SP

O que não pode ser deixado para trás na transposição dos atendimentos em abordagens psicorporais da modalidade presencial para a modalidade online? Retomando o pensamento funcional e o conceito de sensação de órgão, podemos aprofundar algumas reflexões importantes sobre as qualidades desejadas para um contato suficientemente bom, como base para um processo de psicoterapia corporal nos atendimentos à distância. Reflexões necessárias para os desafios que se apresentam na atualidade.

Mariane Sobrosa Ramos Bitencourt / Indaiatuba / SP / Brasil
Licenciada em Artes Cênicas pela URFGS, Terapeuta Corporal e Holística pelo Centro de Treinamento Holístico de Porto Alegre-RS, Terapeuta Jin Shin Juytsu, Facilitadora de TRE – Tension and Trauma Releasing Exercises e Especialista em Psicologia Corporal, com habilitação em Terapia Corporal, pelo Centro Reichiano, Curitiba/PR.

35.1) Diafragma, ansiedade e masoquismo, sob a ótica da Psicologia Corporal. Willyan Hardt Golff/PR

De acordo com o mapeamento emocional do corpo humano feito por Wilhelm Reich, o diafragma pertence ao quinto segmento de couraça. Quando bloqueado compromete não apenas a respiração, como também os órgãos que estão anatomicamente ligados a ele (fígado, estômago, baço, rins, pâncreas, vesícula biliar). E seu bloqueio, traz como consequência a ansiedade e reforça o traço de caráter masoquista. A proposta desse trabalho é compreender esse quinto segmento, e seus comprometimentos emocionais.

Willyan Hardt Golff / Cascavel /PR / Brasil
Graduação em Fisioterapia – 2010 – Centro Universitário Fundação Assis Gurgacz – FAG. Formação de Microfisioterapia – Instituto Salgado. Formação em Osteopatia (C.O) – Escuela de Osteopatia de Madrid, Posturologia Ostepática. Formação em Tratamento Integrado do Sistema Nervoso Autônomo (TISNA). Formação em Psicologia (CRP-08/285631) – 2018 – Centro Universitário Fundação Assis Gurgacz – FAG. Especilista em Psicologia Corporal, com habilitação em Psicoterapia Corporal, pelo Centro Reichiano, Curitiba/PR.

35.2) Percepções, expectativas e necessidades maternas perante o nascimento prematuro do filho: a massagem corporal como vínculo reparador. Dóris Rosário/PR

Compreendida como fator fundamental na relação mãe-bebê, a construção imaginária do bebê permite que a mãe idealize um projeto de filho(a), abrangendo características físicas e psíquicas do ser que ela gera dentro de si mesma, construindo um espaço psíquico para o futuro filho, em sua própria subjetividade e na dinâmica familiar. A construção do bebê imaginário possibilita a interação e a formação de laços entre mãe e bebê, mesmo que a mãe ainda não tenha o bebê real em seus braços. No entanto, há fatores como a prematuridade que podem interferir neste processo, interrompendo a construção imaginária do bebê, ameaçando o lugar de mãe e a própria formação física e psicológica do bebê. Por este motivo, este trabalho enfoca as percepções, expectativas e necessidades maternas perante o nascimento prematuro do filho, visando uma melhor compreensão deste momento e a conscientização da urgência de medidas profiláticas que supram melhor as necessidades da relação mãe/bebê, tal como a massagem corporal desenvolvida por Eva Reich para prematuros, que auxilia a puérpera no vínculo reparador mãe/bebê, tornando-a protagonista do seu processo de maternagem.

Dóris Rosário / Curitiba / PR / Brasil
Psicóloga (CRP-08/21334). Advogada. Especialista em Gestalt Terapia e Psicologia Sistêmica. Especialista em Psicologia Corporal, com habilitação em Psicoterapia Corporal, pelo Centro Reichiano, Curitiba/PR.

Grupo 4 - Programa B - Das 16:30 às 17:15h

36) Saúde emocional na cozinha: o alimento e sua relação com os traços de caráter segundo Wilhelm Reich. Karina Reis/PR

Ao longo de nossas vidas vamos construindo histórias e memórias afetivas através da alimentação, e é nela também que por vezes buscamos compensar o vazio, o stress, as patologias e as ausências do dia a dia. Mas na cozinha, na conexão alimentar versus o conhecimento emocional que cada alimento traz em si, podemos, numa contramão de tudo aquilo que conhecemos sobre dietas, agregar saúde e bem estar, optando por um caminho de maior temperança, bem estar e força psíquica. Uma conexão entre a Psicoterapia Corporal (traços de caráter), a Medicina Tradicional Chinesa (elementos) e a Ayurveda (doshas) oferece um maior entendimento e possibilidades da nossa cozinha às nossas emoções. O que seu prato “sente”?

Karina Reis / Curitiba / PR / Brasil
Formada em Administração de Empresas. Chef terapêutica. Especialização em Psicologia Corporal pelo Centro Reichiano – Curitiba/PR (em curso) e em Psicologia – PUC-PR (em curso).

37) Quando o método não inclui o sujeito: contribuições de Wilhelm Reich para o campo da Educação. Cairu Vieira Corrêa/PR

Em diversos cenários que se propõem discutir questões educacionais, deparamo-nos com concepções de ensino amparadas no ideário pragmatista/funcionalista, que diferentemente de favorecer a emancipação dos sujeitos incluídos no processo de ensino, tendem a encaminhá-los a uma produtividade superficial e alienada frente às demandas do mercado de trabalho. Nesta apresentação, a partir do referencial teórico de Wilhelm Reich, discute-se as possibilidades de um processo educacional conectado ao favorecimento da autorregulação e a correlação entre uma educação tecnicista e o encouraçamento social.

Cairu Vieira Corrêa / Curitiba / PR / Brasil
Psicólogo (CRP 08/17764) formado pela Universidade Tuiuti do Paraná (UTP). Mestre em Psicologia Clínica pela Universidade Federal do Paraná (UFPR). Doutorando em Educação pela Universidade Tuiuti do Paraná (UTP), linha de pesquisa Políticas Públicas e Gestão da Educação. Especialista em Psicologia Corporal, na categoria Clínica, com residência em Análise Reichiana pelo Centro Reichiano, Curitiba/PR. Professor no curso de graduação em Psicologia da Universidade Tuiuti do Paraná (UTP), e coordenador do Laboratório de Filosofia e Ciências Humanas.

38) Sensação de órgão, ressonância e neurônios espelho: da orgonomia às neurociências. Fábio Marins Vieira/SC

O trabalho apresenta os resultados de uma revisão bibliográfica que visa relacionar os conceitos de sensação de órgão e ressonância com o sistema de neurônios espelho (SNE) descoberto pelas Neurociências na década de noventa. A pesquisa realizada em três bases de dados (SciELO, PePSIC – BIREME e LILACS) encontrou cinco artigos a partir da busca pelas palavras chave: neurônio espelho. A discussão dos dados coletados apontou que os fenômenos da sensação de órgão e ressonância podem estar ligados ao funcionamento dos neurônios espelho através da função da empatia. Ao final se sugere uma ampliação deste estudo envolvendo também pesquisas internacionais, além do encorajamento de colegas na busca por outras pontes que possam embasar ou atualizar cada vez mais os conteúdos abarcados pela Psicologia Corporal dentro dos parâmetros científicos vigentes.

Fábio Marins Vieira / Criciúma / SC / Brasil
Bacharel em Psicologia pela UNESC (CRP – 12/16129). Psicoterapeuta corporal pelo Instituto Holon. Cursando pós graduação em Psicologia Corporal pelo Centro Reichiano, Especialização em Psicologia Corporal pela FAVENI e Especialização em Terapia Cognitivo Comportamental pela PUC-RS. Psicólogo clínico.

Grupo 4 - Programa C - Das 15:30 às 17:15h

39) Mandalando à flor da pele. Rosana de Cássia Ferreira Machado/PR, Iáscara Fredrich da Silveira/SC e Camila Lass Botelho/PR

Essa atividade prático-vivencial tem como objetivo o contato com o nosso EU, contido na pele – gigantesco cérebro periférico, por onde passam todas as manifestações ligadas à afetividade. O processo de interiorização se dará através de odores e texturas, culminando na representação artística do EU pela mandala negra, sua interpretação e do compartilhar com os demais participantes.

Rosana de Cássia Ferreira Machado / Curitiba / PR / Brasil
Formada em Publicidade e Propaganda – Metodista/SP; Psicanálise e Psicoterapia Breve – Sociedade Paulista de Psicanálise; Psicanálise de Família – IPA/SP; Desenvolvimento Transpessoal – EEDT/Espanha; Biopsicologia – Visão Futuro; Constelação Familiar; Mandalas Terapêuticas – Alubrat; Respiração Holotrópica – Faculdades Espíritas; Cursando Psicologia Corporal – Centro Reichiano.

Iáscara Fredrich da Silveira / Joinville / SC / Brasil
Licenciada em Ciências Biológicas (PUC/RS) e licenciada em Letras Inglês (UNIJUI/RS), Especialista em Ciências Aeronáuticas (CESUMAR/PR). Cursando Especialização em Psicologia Corporal no Centro Reichiano – Curitiba/PR.

 

Camila Lass Botelho / Curitiba / PR / Brasil
Bacharel em Comunicação Social e Design Gráfico (Universidade Positivo/PR). Cursando Fisioterapia (Universidade Positivo/PR) e Kundalini Yoga (Instituto Nanak). Cursando Especialização em Psicologia Corporal, com habilitação em terapia corporal, pelo Centro Reichiano (Curitiba/PR).

40) Saúde emocional com a percepção da Fisiologia Sutil na Vivência Meditativa Mandala-Chakra. Márcia Cristina da Silva Oliveira/SC

A Técnica Meditativa Mandala-Chakra é uma nova experiência para processar e curar emoções negativas, pois remove bloqueios, promove limpeza e equilibra o sistema energético humano, o que leva os praticantes a vivenciarem um estado de integridade e de contentamento. Esta técnica permite acessar a autorrecordação, reconexão e reunião do corpo, mente e espírito. É uma experiência de conexão vibracional que promove o despertar dos cinco sentidos através de atividades práticas que desbloqueiam nossos centros de energia – chakras, onde cada participante torna-se a própria mandala, desenvolvendo estados perceptivos de consciência corporal e da fisiologia sutil. A Mandala-Chakra Terapia visa ser uma ferramenta alternativa de prática integrativa individual e/ou em grupo, a fim de favorecer um novo caminho para se ter mais equilíbrio e equanimidade interior. Nesse estado, plenamente integrado, o consciente e o inconsciente se fundem, facultando que a energia seja irradiada de todos os chakras.

Márcia Cristina da Silva Oliveira / Florianópolis / SC / Brasil
Terapeuta Holística e Vibracional desde 2003, professora de Hatha Yoga Clássico, Mestre-professora de Reiki Usui e Tibetano, Tameana Healing e especialista em Educação em Saúde, Meditação Clínica e Chakras. É promotora de cursos e palestras pela ABRATH e co-autora do livro e do Workshop Motivacional A Numerologia dos Chakras – Revelando a influência potencial dos números em nossos centros de energia, lançado em 2019.

41) Flexibilizando a Vida – Meu ser.

Esta vivência tem por objetivo facilitar a flexibilização dos anéis de couraça do nível ocular e oral. É um recorte de uma vivência mais completa com duração de 3 horas, que foi organizada e compreendida para ser realizada em grupo. A premissa de ser utilizada em grupo é aproveitar a possibilidade da pessoa ser e estar em convivência com outras pessoas e poder realizar alguns actings direcionados. Actings estes que fazem parte do pacote Ocular e Oral. Este pacote explora e têm o objetivo de flexibilizar a couraça muscular relacionada aos episódios ocorridos durante a Gestação e Nascimento. Faz parte dos primeiros actings do segundo pacote da Vegetoterapia.

Juan Pablo Lizana Monreal / Porto Alegre / RS / Brasil – Formado em Psicologia pela Universidade São Marcos / São Paulo /SP. Cursando Especialização em Psicologia Corporal no Centro Reichiano – Curitiba/PR. Realiza atendimentos online através de plataformas de Psicologia e atendimento presencial em consultório particular.

42) Gente que Dança: corpo e autoconhecimento. Daniela Kuhn/PR

Proposta educacional de dança com intenção provocativa, lúdica e amorosa de despertar e aprimorar a sensibilidade e a consciência corporal, problematizando os padrões sociais de hegemonia da mente em detrimento ao corpo e os modelos corporais relativos ao binarismo de gênero que impactam em nossos corpos. Dançar ao encontro da vida, do pulsar, da vitalidade da confluência consigo e com a outra/o. Dançar o prazer da vida que pulsa.

Daniela Kuhn / Curitiba / PR / Brasil
É artista-docente da dança, coordena o Links-Núcleo de Dança UTFPR e integra o Departamento Acadêmico de Educação Física – DAEFI/UTFPR-CT. Bacharela e licenciada em Dança (UNICAMP), doutora em Tecnologia e Sociedade (PPGTE-UTFPR), desenvolve atividades de pesquisa e extensão a partir de discussões sobre dança, gênero e corpo.

Grupo 5 (17:30-19:15)

Grupo 5 - Programa A - Das 17:30 às 18:15h

43) Análise reichiana: a experiência do estágio em Psicologia Clínica – compreendendo o estudo de caso. Viviane Calisario da Silva/PR, Paula Karoline de Almeida/PR, Susan Maiara da Rosa/PR e Giovana Carolina Starepravo/PR

A Psicologia Corporal busca compreender o ser humano de forma a integrar as suas manifestações psíquicas, corporais e energéticas, ou seja, o paciente em sua totalidade. O presente trabalho apresenta a experiência do primeiro contato das autoras com a Psicologia Clínica, na abordagem corporal. Discute-se o percurso de formação do terapeuta reichiano através do material obtido no processo psicoterapêutico de pacientes atendidos em uma clínica escola universitária. Utiliza-se como principal fundamentação os princípios teóricos/metodológicos da Análise Reichiana, abordando aspectos voltados à relação terapeuta e paciente, à técnica da Análise do Caráter e à utilização da Vegetoterapia Caracteroanalítica.

Viviane Calisario da Silva / Curitiba/ PR / Brasil
Possui graduação em Pedagogia pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC-PR) e graduação em Psicologia pela Universidade Tuiuti do Paraná (UTP). Especialista em Educação Especial/Inclusão pelo Instituto Superior de Educação Nossa Senhora de Sion. Especialista em Magistério da Educação Básica pelo Instituto Brasileiro de Pós Graduação e Extensão (IBPEX), Especialista em Reeducação visual pela Prefeitura Municipal de Curitiba. Professora de Educação Especial na modalidade de Deficiência Visual pela AFAN e Instituto Paranaense de Cegos (IPC).

Paula Karoline de Almeida / Curitiba / PR / Brasil
Possui graduação em Psicologia pela Universidade Tuiuti do Paraná (UTP). Experiência com desenvolvimento comportamental de pessoas com deficiência no mercado de trabalho. Atuando principalmente nos temas da Psicologia e psicoterapia corporal.

Susan Maiara da Rosa / Curitiba / PR
Psicóloga (CRP-08/30503) formada pela Universidade Tuiuti do Paraná (UTP), cursando Especialização em Psicologia Corporal, com habilitação para atuar como Psicoterapeuta Corporal, pelo Centro Reichiano – Curitiba/PR.

 

Giovana Carolina Starepravo / Curitiba / PR / Brasil
Possui graduação em Psicologia pela universidade Tuiuti do Paraná (UTP). Experiência com desenvolvimento de pessoas com deficiência, na APAE. Atuando principalmente nos temas da Psicologia e psicoterapia corporal.

44) Narcisismo secundário: os impasses da vergonha no conflito entre superioridade e inferioridade. Antonio Ricardo Teixeira/DF

O objetivo desse trabalho é apresentar os fundamentos teóricos do narcisismo primário e secundário demonstrando suas manifestações no comportamento contemporâneo e sua função defensiva quanto à vergonha e o trauma na constituição da autoimagem. Como as saídas falso-self são motivadas pelo orgulho e desejo de superioridade? Como a agressão e a negligência afetam a autoaceitação, geram vergonha e inferioridade e dificultam o desenvolvimento da capacidade de amar? O confisco da verdade na busca de soluções precárias levam a repetir o ciclo do fracasso e da vergonha. Como construir um self verdadeiramente positivo, vulnerável e integrado ao corpo, referendado em suas capacidades e desejos e distinto da imagem ideal para o outro? Quais são os atributos deste self? Como a genitalidade se desenvolve? Como evitar as armadilhas da moralidade compulsiva?

Antonio Ricardo Silva Teixeira / Brasília / DF / Brasil
Psicólogo (CRP-01/6578) pela Universidade Sta Úrsula-RJ- Dez. 1980. Orgonoterapeuta pelo CIO-Centro de Investigação Orgonômica-RJ. Hipnoterapeuta Clássico e Ericksoniano, Supervisor de EMDR-Eye Movement Desensitization and Reprocessing. Somatic Experiencing-Avançado. Neuropsicólogo-Open-Orgonomy – Bodynamic (Em curso). Praticante de Meditação Vipassana e Aikido.

45.1) Trabalhando com as armaduras e construção: A contribuição da terapia reichiana na adolescência. Daniele Salum Kupski/PR

Mesmo nos dias atuais a informação aos adolescentes sobre a visão do conhecimento do seu próprio corpo está em débito. A necessidade de autoconhecimento e informações corretas não estão acontecendo nessa fase, proporcionando dúvidas e dificuldades em se relacionar consigo mesmo e com os outros. Seus relacionamentos acabam tendendo a tornarem superficiais, com pouca ou nenhuma informação e, mais tarde na vida adulta, provocar o medo de viver uma vida insatisfatória, de não se realizar, gerando ansiedade, uma neurose. O descobrir o próprio corpo pode tornar-se vergonhoso, trazendo até culpa, causando dificuldades na idade adulta. Saber identificar suas couraças e bloqueios trata-los através da terapia reichiana pode ser um caminho interessante para o caminhar de adultos saudáveis.

Daniele Salum Kupski / Castro / PR / Brasil
Formação Graduação em Educação Física PUC-PR, Pós graduação em Treinamento Desportivo Faculdade Dom Bosco (Curitiba/PR), Pós graduação em Acupuntura Ibrate (Curitiba/PR), Formação em Yoga Ibrate (Curitiba/PR), Mestre Reiki. Cursando curso de Pós graduação de Psicoterapia Reichiana – Centro Reichiano (Curitiba/PR).

45.2) Respiração: livre, fluida, profunda e confortável-contribuições da Psicologia Corporal. Cibele Kormann Reiman/PR

Através de uma respiração livre, profunda e confortável é possível fazer a energia circular livremente pelo corpo. Algumas culturas entendem a respiração como uma fonte natural de “alimentação” energética, é um ato essencial para nosso organismo se manter vivo e saudável. Para a bioenergética ela é essencial, segundo Lowen (1982). Não é tão difícil observarmos pessoas respirando de maneira curta, angustiada, e talvez bloqueada. Olhe para o seu lado e observe, olhe para você e perceba, como está sua respiração hoje? E suas emoções, sua energia, seus movimentos internos e externos? Respire profunda, livre, fluida e confortavelmente, e vamos encontrar um caminho para mudanças positivas.

Cibele Kormann Reiman / Curitiba / PR / Brasil
Fisioterapeuta e Terapeuta Integrativa. Pós graduada em Gerontologia Bio Psico Social. Pós graduada em Acupuntura. Instrutora de Yoga, Pilates e Treinamento da Fáscia. Pós graduanda em Psicologia Corporal.

46) Diálogos possíveis entre Bioenergética e Biodinâmica no cuidado de corpos deprimidos.

Nesse seminário pretendo apresentar de forma concisa uma possibilidade de compreensão da formação somatopsicodinâmica dos estados depressivos em pessoas da contemporaneidade, a partir de duas escolas neorreichianas, a Biodinâmica e Bioenergética. Além disso, pretendo oferecer recursos terapêuticos de cada uma das abordagens que quando utilizados de forma conjunta colaboram significativamente no cuidado dessas pessoas.

Luiza Figueiredo Lima / Maringá / PR / Brasil
Psicóloga (CRP 08/20186) formada pela Universidade Estadual de Maringá, com especialização em Psicoterapia Psicanalítica Contemporânea pela EPPM e finalizando a especialização em Psicologia Corporal pelo Centro Reichiano. Realizou durante o ano de 2020 o curso em massagem biodinâmica nos processos de psicoterapia corporal e atualmente está participando do grupo psicoterapêutico da Somaterapia. Atua como psicóloga clínica e de grupos desde 2014 na cidade de Maringá-PR.

Grupo 5 - Programa B - Das 18:30 às 19:15h

47.1) Respiração como instrumento de ressignificação do estresse e flexibilização das couraças. Luzia Rezende da Silva/MG

Respirar é um ato fundamental que acompanha a pessoa desde o momento do nascimento. O ser humano consegue ficar um tempo significativo sem comer ou ingerir líquidos, mas não suporta mais do que, no máximo, alguns minutos sem respirar. Mesmo sendo a respiração imprescindível à condição humana, não se confere a ela a devida importância. Ao tratar pessoas em situação de estresse – o que está cada vez mais evidente na atualidade –, o psicoterapeuta corporal tem a respiração como um importante instrumento, pois ela se apresenta como uma grande aliada. No processo terapêutico, quanto mais se estimula uma respiração consciente, mais a pessoa acompanhada vai liberando a energia estagnada e flexibilizando as couraças, o que possibilita a ela identificar e superar as causas que a levaram ao processo de adoecimento. É preciso compreender a situações de estresse holisticamente, buscando perceber todas as varáveis que levam a pessoa a esta situação. O terapeuta corporal que tem essa compressão poderá, por meio do estímulo da respiração consciente, obter um resultado bem mais satisfatório no acompanhamento terapêutico.

Luzia Rezende da Silva / Belo Horizonte / MG / Brasil
Psicóloga (CRP-04/38011). Pós-graduada em Saúde Mental pelo Centro Universitário de Caratinga, Especialista em Psicologia Corporal, com habilitação em psicoterapia corporal, pelo Centro Reichiano (Curitiba/PR), Especialista em Ciência da Homeopatia pela Escola Brasileira de Medicina Chinesa, Formação em Eneagrama (FESH) pelo Instituto Eneagrama Shalom, Membro do IESh, Renascedora pelo projeto Bem Viver e em treinamento na Formação em Renascimento (FORESH) pelo IES. Psicoterapeuta e terapeuta holística no Centro de Vida Madre Clarice em Igarapé/MG, psicóloga clínica e renascedora em Belo Horizonte/MG.

47.2) O que dizem os olhos na psicologia corporal reichiana. Maria Tereza Faria/RJ

O corpo fala… principalmente pelos olhos. Na psicologia corporal reichiana os olhos, acompanhados do nariz, dos ouvidos e da pele, constituem o chamado segmento ocular. Esse é o primeiro segmento dos sete estabelecidos metodologicamente por Reich para mapear o fluxo emocional no corpo humano. Os olhos são a sede do contato. A proposta dessa comunicação é abordar a questão dos olhos e a expressão (ou não) de suas emoções.

Maria Tereza Faria / Rio de Janeiro / RJ / Brasil
Psicóloga (CRP-05/66486) (USU). Bacharel em Comunicação Visual (UFRJ). Bacharel em Letras (UFRJ). Bacharel em Direito (UNESA).  Especializanda em Psicologia Corporal, no Centro Reichiano – Curitiba/PR

48) Couraça, somatização e autorregulação: relato de caso clínico. Cristiane Monteiro Garbini/RS

A proposta desse seminário é apresentar o relato de um caso clínico de uma paciente de traço de caráter borderline com cobertura energética hiperorgonótica, cuja somatização levava à formação de hematomas no corpo todo.

Cristiane Monteiro Garbini / Porto Alegre / RS / Brasil
Terapeuta Corporal Reichiana pelo Centro Reichiano. Pós-granduanda em Psicanálise. Acadêmica em Psicologia. Atua com atendimentos clínicos com foco na vegetoterapia. É facilitadora de grupos de meditação e bioenergetica em Porto Alegre/RS.

49) O corpo entre as selfies e o verdadeiro self: reflexões contemporâneas para práticas corporais. Maria Isabel Saczuk/PR

A tecnologia digital facilita o acesso a todos os tipos de informações, e amplia a rede de relações sociais instantaneamente. A disseminação das redes sociais digitais estaria contribuindo para o fortalecimento do eu em seus modos de subjetivação e de expressão? Os autorretratos chamados de selfies são formas de expressão altamente difundidas na contemporaneidade. Para algumas pessoas os selfies são fontes de prazer e alimentam o caráter narcisista. Já para outras, são geradores de sofrimento e angústia, pois, para atender aos padrões que a globalização estabelece, se distanciam do verdadeiro self. Pautado nas concepções reichianas de self, este estudo tem o objetivo de refletir sobre novos territórios para o corpo nas interações virtuais, através de práticas que estabeleçam o contato com o verdadeiro self corporal.

Maria Isabel Saczuk / Curitiba / PR/ Brasil
Psicóloga (CRP-08/19433), Analista Reichiana, Especialista em Psicologia Corporal/Categoria Clínica. Residência em Análise Reichiana e Bioenergética pelo Centro Reichiano, Curitiba/PR. Mestranda em Psicologia Social e da Saúde (UTP/PR). Dançarina, Coreógrafa e Diretora de Produção artística (SATED/PR).Diretora e professora no Instituto Flamenco Brasileiro de Arte e Cultura. Facilitadora de grupos psicoterapêuticos corporais e artísticos.

Grupo 5 - Programa C - Das 17:30 às 19:15h

50) A conexão do corpo, mente e emoções através da Reflexologia Podal e práticas da Bioenergética. Maria Suelene Costa Dantas/PR, Simone Aparecida da Cruz Ferreira das Chagas/SC e Loriane Heide/SC

No trabalho com a Reflexologia Podal, é possível notar uma conexão com a Análise Bioenergética. Essa conexão pode ser percebida nas aplicações do grounding e da respiração, que são as principais técnicas da Bioenergética, unidas a pressões em pontos reflexos nos pés, com base na técnica da Reflexologia Podal, a qual permite que o indivíduo tenha percepção das tensões e dos bloqueios de energias presentes no corpo. Com isso, o indivíduo terá uma melhor compreensão das suas sensações e emoções. O objetivo principal desse trabalho é demonstrar que a aplicação conjunta das técnicas da Bioenergética com a Reflexologia Podal proporciona ao indivíduo uma melhora em seu nível energético e um alívio da estafa, sentindo assim um bem estar, ou seja, ocorrerá um reencontro entre seu corpo, suas emoções e sensações. Além disso, as emoções conflituosas podem ser percebidas na observação dos tipos de caráter segundo a Análise Bioenergética, e assim também pode-se enfatizar especificamente como cada caráter lida com suas emoções, promovendo reflexões quanto à organização das emoções através do processo psicoterápico juntamente com as técnicas da Reflexologia Podal.

Maria Suelene Costa Dantas / Curitiba / PR / Brasil
Psicóloga Clínica (CRP-08/18951). Especialista em Psicologia Clínica e em Psicologia Corporal, na categoria clínica, pelo Centro Reichiano (Curitiba/PR). Pós-graduação (Lato Sensu) em Neuropsicologia Educacional pela Universidade Positivo (Curitiba- PR). Residente em Análise Reichiana e Análise Bioenergética pelo Centro Reichiano (em formação); Hipnose Clínica. Autora do livro “Estresse e depressão sob o olhar da Psicologia Corporal”, publicado nas Edições Acadêmicas.

Simone Aparecida da Cruz Ferreira das Chagas / Rio Negrinho / SC / Brasil
Tecnologia em Gestão de Negócios formada pela UnC Mafra Rio Negrinho Santa Catarina. Massoterapeuta com ênfase em Auriculoterapia, Aromaterapia e Reflexologia Podal formada pelo NES Blumenau-SC. Especialista em Psicologia Corporal, com habilitação em terapia corporal, pelo Centro Reichiano (Curitiba/PR). Atividades Profissionais: atendimento terapêutico com crianças, adolescentes, adultos, idosos e cuidadores de idosos, trabalho terapêutico em grupos.

Loriane Heide / Mafra / SC / Brasil
Psicóloga (CRP/12/14589) formada pela Universidade do Contestado – Campus Mafra. Especialista em Psicologia Corporal pelo Centro Reichiano – Curitiba. Campeã Nacional de Oratória Sul- Brasil e Vice-Campeã Nacional de Oratória pelo Rotaract em 2019. Psicóloga Clínica, Palestrante Internacional e Professora de Oratória.

51) Nariz vermelho: o poder terapêutico do Clown. Ellen Fabiane Mancini/PR

Como figura icônica, o Clown (palhaço) sempre esteve presente nas culturas como mediador do riso. Partindo de um olhar humanizado, o trabalho com o Clown dentro de instituições como hospitais, casas de repouso e recuperação, casas lares e centros municipais de educação infantil, tem sido referência como um importante meio de socialização e promoção do bem-estar. A construção dessa personagem está diretamente atrelada à capacidade em lidar com nossa criança interior. A desconstrução simbólica do adulto e a construção da personagem são objeto desta vivência, que tem como objetivo proporcionar aos participantes o contato com essa prática milenar, bem como com seus efeitos terapêuticos, tanto para o público alvo, quanto ao Clown, através dos pressupostos da Psicologia Corporal fundamentados por Wilhelm Reich e outros teóricos, visando a flexibilização de couraças de caráter, bem como a diminuição da neurose.

Ellen Fabiane Mancini / Curitiba / PR / Brasil
Formada em Licenciatura em Musica pela Escola de Música e Belas Artes do Paraná. Especialista em Psicologia Corporal, com habilitação em psicoterapia corporal, pelo Centro Reichiano (Curitiba/PR). Graduada em Psicologia pela Universidade Tuiuti do Paraná. Pós-graduanda em Neuropsicologia na Universidade Tuiuti do Paraná. Fundadora do Grupo de Palhaços Voluntários Abraço Solidário. Atua como Psicoterapeuta Clínica (CRP 08/35488), com Adultos e Casais na área de sexualidade e relacionamentos, whorkshops e palestras.

Jantar de Confraternização

20:30h  – 21:00h – recepção e confraternização

21:00 – 22:30h – Jantar

22:30h – Formatura dos alunos da Especialização em Psicologia Corporal

23:00h – Dança

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Se tiver alguma dúvida, nossa equipe estará sempre a postos para lhe auxiliar.

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